O suor está na minhas mãos
assim como o sereno sobre os carros
em uma manhã de inverno
após uma noite fria e úmida.
Calafrios, confusões mentais
os olhos percorrendo o ambiente
de forma a não entender nada.
Somente imagens, cores.
Os significados somem,
esvai-se a essência.
Há um desespero,
um medo do não-sentir.
E eu não sinto,
por um momento infindo.
quarta-feira, 4 de abril de 2007
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