terça-feira, 3 de abril de 2007

paris desvairada

O chão avermelhado,
a poeira que sobe.

Gritos, serpentes
que vivem.

O caos se instaura
a flor morre
nenhuma nasce.

No asfalto não
nasce mais flor
só dor.

Rio de Janeiro
em cor -
não mais da boemia
da alegria do carnaval -
ma
s do vermelho
da morte.

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