O chão avermelhado,
a poeira que sobe.
Gritos, serpentes
que vivem.
O caos se instaura
a flor morre
nenhuma nasce.
No asfalto não
nasce mais flor
só dor.
Rio de Janeiro
em cor -
não mais da boemia
da alegria do carnaval -
mas do vermelho
da morte.
terça-feira, 3 de abril de 2007
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